João Victor Rodrigues Alves de Oliveira teria ameaçado as vítimas após ser repreendido por supostas agressões contra a esposa; Larissa Rodrigues de Paula e Alan Tons foram mortos a tiros dentro de casa

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) procura João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, apontado como suspeito de matar um casal na madrugada deste domingo (11/10), em Ceilândia, no Distrito Federal. As vítimas, Larissa Rodrigues de Paula, de 24 anos, e Alan Tons, foram encontradas mortas dentro de casa, na QNM 22.
Segundo informações divulgadas pela coluna Na Mira, do Metrópoles, o suspeito era vizinho do casal e morava com a esposa no mesmo lote das vítimas.
Suspeito teria ameaçado as vítimas
De acordo com relatos de testemunhas, João Victor seria conhecido por agredir frequentemente a companheira. Larissa e Alan teriam repreendido o comportamento do vizinho e intercedido em favor da mulher, o que teria provocado desentendimentos entre eles.
Ainda conforme as informações divulgadas, o suspeito já teria sido preso duas vezes por episódios de violência contra a esposa, mas acabou liberado. Na última prisão, ele teria ameaçado se vingar de Larissa e Alan.
Não há informações confirmadas sobre a existência de uma discussão entre o suspeito e as vítimas na madrugada do crime ou sobre o que teria motivado os assassinatos naquele momento.
Casal foi morto a tiros
Testemunhas relataram que diversos disparos foram ouvidos contra o casal. Por volta das 9h30 de domingo, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada e encontrou Larissa e Alan já sem vida dentro da residência.
O caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia Centro, responsável pela investigação.
Após identificar o suspeito, agentes da PCDF iniciaram buscas para localizá-lo. Até a última atualização das informações, o paradeiro de João Victor era desconhecido.
Polícia pede informações
A Polícia Civil solicita a colaboração da população para localizar o suspeito. Informações podem ser repassadas pelo telefone 197, canal de denúncias da PCDF.
A identidade de quem fizer a denúncia é mantida em sigilo.
O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias e a motivação do duplo homicídio.


